GO: Mãe queima filha com colher após agredi-la por “comer demais”

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Goiás - Polícia procura por mãe suspeita de queimar filha de 8 anos com colher quente, em Alvorada do Norte (Foto: Divulgação – PC)

A Polícia Civil procura uma mãe suspeita de usar uma colher quente para queimar a própria filha, de apenas 8 anos. O crime aconteceu em Alvorada do Norte. Vítima revelou ao Conselho Tutelar da cidade que foi agredia diversas vezes porque, segundo a mãe, ela “come demais”.

Mãe acionou conselho tutelar para diálogo com filho, mas agentes notaram menina com hematomas
De acordo com a criança, mãe usava paus, cipós, fios e murros para agredir menina e irmão, de 12 anos. Porém, as queimaduras teriam sido praticadas para punir a menina por ter revelado as agressões aos conselheiros tutelares.

A menina foi queimada em diversas partes do corpo, inclusive no rosto. A mulher admitiu os crimes, mas está foragida.

Mãe acionou conselho tutelar para diálogo com filho, mas agentes notaram menina com hematomas

O Conselho Tutelar de Alvorada do Norte foi acionado pela própria mulher há alguns dias. Ela queria que os conselheiros tutelares fossem até a residência dela para conversar com seu filho de 12 anos, pois ele supostamente estava rebelde.

Porém, lá, a equipe se deparou a filha caçula da mulher, que apresentava muitos hematomas. Foi então que a própria criança disse que a mãe a agrediu porque ela ‘come demais’.

Na ocasião, a vítima foi levada até o hospital municipal e as lesões foram constatadas em relatório médico. Além disso, os conselheiros tutelares orientaram a mulher a procurar ajuda da assistência social.

“Castigo”: mãe queima filha com colher quente por ter exposto agressões que sofria em casa
Dias depois da primeira visita à residência da família, o Conselho Tutelar foi novamente acionado. De acordo com denúncia anônima, a mãe havia queimado a filha caçula com uma colher de metal aquecida no fogão.

Ela narrou em depoimento que a mãe lhe queimou com colher quente como forma de castigo por ela ter revelado as agressões aos conselheiros tutelares.

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