Indivíduo apontado como nº 1 do novo cangaço morre após confronto com a PM de Goiás

Um criminoso, identificado como Marcelo Antônio Marques Pereira, de 46 anos, morreu durante uma troca de tiros com a Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar de Aparecida de Goiânia.
De acordo com a corporação, ele era suspeito de estar organizando uma ação conhecida como “novo cangaço” — que envolve roubos a bancos de cidades do interior com armamento pesado.
Na casa do suspeito, os militares encontraram um arsenal, com explosivos, munições de fuzil, radiocomunicador, colete e roupas camufladas. Segundo a PM, Marcelo tinha 15 passagens criminais por explodir caixas eletrônicos.
A corporação destacou que ele estava utilizando tornozeleira eletrônica. Mesmo assim, planejava seguir em frente com a prática criminosa, que não acontece em Goiás desde 2019.
Morte de comparsa
No dia 22 de maio, Crenilton Ferreira Barreto, de 44 anos, também morreu durante um confronto com a CPE de Trindade em Goiânia. De acordo com os militares, ele faria parte da ação criminosa junto com Marcelo.
Na casa dele, a PM também encontrou explosivos, armas e munições.
Histórico criminoso
Em fevereiro de 2019, um trio foi preso suspeito de explodir caixas eletrônicos em três agências bancárias de Goiânia, Minaçu e Itaberaí.
Os militares afirmaram que Marcelo foi apontado como o coordenador do plano do trio, mesmo estando preso na época desde 2016.




