Política: Lula é o novo ministro da Casa Civil

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Investigado por envolvimento ilícito com empreiteiras condenadas na Operação Lava Jato, Luiz Inácio Lula da Silva aceitou o convite de Dilma Rousseff para integrar seu governo após reunião realizada na manhã desta quarta-feira (16), no Palácio da Alvorada.

Com o novo cargo, o maior símbolo da história do petista passa a contar com foro privilegiado na Justiça, o que impede que ele seja julgado por qualquer instância judicial que não seja o Supremo Tribunal Federal. Assim, não cabe mais ao juiz federal Sérgio Moro, o mesmo que autorizou a obrigatoriedade de seu depoimento e o maior símbolo da Operação Lava Jato, o julgamento dos supostos crimes dos quais é acusado.

A decisão vem menos de duas semanas após Lula ter se visto no centro das investigações da força-tarefa que investiga esquema de propina instalado dentro da Petrobras, que culminaram com uma condução coercitiva – quando o suspeito é forçado a prestar depoimento – contra o ex-presidente à Polícia Federal.

A investigação sobre Lula levou a um acirramento dos ânimos entre grupos defensores e contrários ao governo Dilma. No dia da condução coercitiva, em 4 de março, protestos se espalharam por São Paulo e Curitiba – cidade onde a Lava Jato está concentrada – e levaram movimentos antagônicos a atos de violência. O temor de conflitos em protestos se tornou uma realidade.

Os ânimos ficaram ainda mais acirrados na semana passada, após o Ministério Público pedir a prisão preventiva de Lula – rejeitada pela Justiça, que repassou a análise do pedido a Sérgio Moro. E impulsionaram os atos contra a Dilma e o PT, os maiores já realizados na história do País, no último domingo.

Opinião da Equipe ITAPACI URGENTE:

Uma noticia como está, e um tapa na cara de nós brasileiros, um resumo que nossos políticos não respeitam a vontade de uma população cansada de tanta roubalheira, agora como ministro o ex-presidente LULA terá foro privilegiado na Justiça, o que impede que ele seja julgado por qualquer instância judicial que não seja o Supremo Tribunal Federal.

 

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